quinta-feira, 22 de novembro de 2007

VI OFICINA DE INCLUSÃO DIGITAL

A VI Oficina para Inclusão Digital, que acontece em Salvador de 26 até 29 de novembro de 2007, mais uma vez reafirma seu compromisso com os profissionais que atuam efetivamente na ponta dos projetos, atendendo a população nos telecentros em todas as regiões do país. A proposta da oficina é aproximar capacitadores, implementadores e técnicos dos grandes temas da atualidade que envolvem ações de Inclusão Digital. Este ano a VI Oficina irá abordar os seguintes temas: Infra-estrutura, cidades digitais, redes locais, TICs nas escolas, conteúdos locais (produção e difusão), ECOnomia SOLidária e arranjos produtivos locais, governança da Internet e políticas públicas de Inclusão Digital.

A primeira edição da Oficina para Inclusão Digital aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, nos dias 14, 15, 16 e 17 de maio de 2001. Dentre as diretrizes gerais formalizadas em seu documento final, destacam-se: que os esforços de inclusão digital relativos as crianças são prioritários, a inclusão digital deve ser parte essencial do processo de escolarização, deve existir controle social dos recursos alocados nas ações de Inclusão Digital e que devem ser garantidas a coordenação e regulamentação dos esforços para criação de uma estrutura física de acesso lógico de alto desempenho para ser utilizada também pelas ações de Inclusão Digital.

A 2ª Oficina para Inclusão Digital, realizada também em Brasilia, no Blue Tree Park Hotel, em março de 2003, foi uma iniciativa conjunta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através da sua Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, o Sampa.org e a Rede de Informações para o Terceiro Setor (RITS). O objetivo foi dar continuidade as diretrizes da primeira edição de 2001, discutindo e definindo as estratégias de inclusão e equiparação de oportunidades para a população brasileira, em relação aos recursos das tecnologias de informação e comunicação existentes.

A 3
ª Oficina para Inclusão Digital aconteceu em São Paulo, em maio de 2004, no Centro Cultural São Paulo. Ao mesmo tempo em que ocorria a terceira edição da oficina, acontecia também o III Encontro Latino-Americano de Telecentros, destinado à troca de experiências entre os principais agentes envolvidos em programas de inclusão digital na América Latina e Caribe e o II Encontro Nacional de Telecentros.

A 4
ª Oficina para Inclusão Digital, foi realizada no Rio de Janeiro, em outubro de 2005. O evento teve como objetivo fazer um balanço da evolução das ações de inclusão digital no Brasil. Em um cenário difuso, com novos protagonistas, outros temas foram abordados como a TV Digital, as rádios comunitárias como impulsionadoras de ID e a Cúpula da Sociedade da Informação. Conceitos de uso de tecnologia foram mudados, como a afirmação de que curso de informática é inclusão digital e de que computador não é prioridade para a população de baixa renda. De forma geral, houve nesta edição da oficina o reconhecimento geral de que os investimentos em inclusão devem ser política pública.

A 5ª Oficina para Inclusão Digital aconteceu em Porto Alegre, em junho de 2006. Nesta penúltima edição foram apresentadas e debatidas as melhores práticas e visões sobre a inclusão digital no Brasil e em outras partes do mundo que visam a definição de estratégias e propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento econômico e social do país. Foram destaques no evento as oficinas de trabalho sobre os principais temas, a consolidação de documento oficial das melhores práticas para efetivação da inclusão digital no Brasil e o lançamento do Prêmio Nacional de Inclusão Digital.

Fonte: http://oficina.inclusaodigital.gov.br/

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Busca de MP3 na rede!!!

Oi pessoal vamos aprender como fazer uma busca por arquivo do tipo mp3, no google.
veja como é simples:
digite esta linha abaixo na caixa de busca do google,

-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" "Last modified" mp3

agora é sair clicando nos resultados...


Nesta linha foi acrescentado no fim o nome de um artista por exemplo... agora curta o som na sua máquina direto da web sem precisar piratiar...

-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of" "Last modified" mp3 "Jorge Aragão"

abraços :¬)

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Conheça o Projeto Proinfor


Proinfor

O programa de informática de Fortaleza - PROINFOR -é realizado através da parceria entre a Prefeitura Municipal de Fortaleza, Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (CEFETCe) e o Centro de Pesquisa e Qualificação Tecnológica (CPQT).

Histórico do bairro Vila União

O bairro VILA UNIÃO foi fundado pela prefeitura de Fortaleza em 23 de agosto de 1940. Antes de ser chamado VILA UNIÃO, aqui eram terras de propriedade da Sra. MARIA DE CONCEIÇÃO JACINTO, que em 1938 vendeu-as para o Dr. MANOEL SÁTIRO, que logo tratou de lotear as terras. Vindo ela da cidade de UNIÃO, hoje chamada jaguaruana, deu o nome do loteamento de VILA UNIÃO.
Como já moravam aqui, a Família Jacinto e a Família Parreão, estas estão incluídas entre os primeiros moradores, junto com seu Pedro Flor, Seu Elisio da Vacaria, Sr. Chico Viana, Sr. Chico Ferreira, Dona Marquina e Dona Osminda.
Com a venda dos lotes, vieram a Família do Sr. Frutuoso, a Família de um Sr. Conhecido como Pacoti. A Família Gadelha, a Família do Sr Antônio Cambista, etc.
O progresso do bairro veio de forma lenta, não tinha luz e a água usada era de cacimbas. Existia a lagoa que também abastecia o bairro e era chamada de “LAGOA DO PAIA”, só depois passou a ser chamada de LAGOA DO OPAIA.
A primeira escola do bairro funcionou na residência do Sr. JOSÉ RAMOS GADELHA, e quem lecionava era sua filha, a jovem Tereza Estela, que se transformara na primeira professora a servir o bairro. A escola era financiada pela Maçonaria, que pagava a professora e cedia todo o material usado.
O corretor responsável pela venda dos lotes era o Sr. Moacir Machado, que era maçom, daí a razão pela qual a maçonaria se prontificou em ajudar na educação do bairro.
O Parreão era totalmente separado do VILA UNIÃO e já possuía a sua escola. Hoje os dois estão interligados e a VILA UNIÃO o absorveu.
O transporte não existia e quem fosse ao centro da cidade, tinha que pagar transporte no Benfica ou na Aerolândia.
Como o bairro necessitava de transporte, arranjaram umas camionetas para fazer a linha. O tenente César, que fazia a linha do Montese, botou ônibus para servir o bairro, porém seus ônibus eram velhos e quase sempre davam prego. Algum tempo depois, veio a Empresa Nossa Senhora de Fátima, que tinha qualidade e capacidade de atender ao bairro.
Na época em que o Dr. Othon Sobral era delegado de policia e sendo amigo do Sr. José Ramos Gadelha, ele atendeu ao seu pedido que foi reforçado pelo Sr. Antônio Cambista e da Sr. Chaguinha Gadelha, para colocar no bairro um posto policial, mas, para que o posto fosse instalado os moradores tiveram que arcar com o aluguel do prédio. Entre os delegados de maior prestigio junto a população podemos citar o delegado Pacheco.
Com a chegada de novas famílias, formaram o 1º time do bairro com o nome de ABC. Como o time não tinha condições de compra as chuteiras, D. Chaguinha Gadelha, o Sr. Moacir machado e os jovens fizeram uma animada quermesse para compra as chuteiras do time, no que conseguiram o seu intento. O time jogava no campo onde hoje é a pracinha do bairro.
Com a chegada de um comerciante por nome de Sr. Mathias, quando na mesma época era candidato a Prefeito de Fortaleza o Gal. Manoel Cordeiro Neto, formou-se então uma comissão composta pelo Sr. Matias, Sr. Moacir Machado, D. Chaguinha Gadelha e o Sargento Marinheiro para pedir uma escola pública para o bairro. Com a vitória, o pedido ao General Cordeiro Neto foi atendido e em 1964. A escola foi inaugurada com o nome General Cordeiro Neto, e tendo como diretora a Sra. Iolanda Magalhães.
O bairro também não tinha igreja, o povo assistia missa da capelinha de Santa Luzia, que foi construída pela Família Ferreira. Muito tempo depois, foi construído um pequeno salão na pracinha para ser a igreja, que com o passa do tempo transformou-se na igreja Matriz que é hoje. Quem primeiro celebrou missa no antigo salão foi o Padre Luiz.
Como o numero de moradores crescia, a política chegou e uma cobrança constante da população: a luz elétrica, que só veio em 1957. O telefone só muito tempo depois.
O clube foi feito aos poucos, pois os recursos eram limitados. A primeira sede funcionou na Rua Jorge Acúrcio, onde hoje é a residência do Profº Marlielson, depois foi para o outro lado do trilho e por fim, na Rua Almirante Rufino, em frente a pracinha, sede esta que é ate hoje. O presidente era o Sr. Luizinho Xavier, sendo assessorado pelo Sr. Nóbrega. O clube aos poucos cresceu, sendo freqüentado pelas famílias do bairro e bastante respeitado como clube social na grande Fortaleza, inclusive considerado como um dos melhores clubes nos projetos carnavalescos. Com a morte do Sr. Luizinho, o clube passo por varias administrações e aos poucos foi transformando-se em alvo de inutilidade e hoje não passa de um clube sem nenhuma pretensão social.
A estrada de ferro que passa pela VILA UNIÃO liga Parangaba ao Mucuripe e foi construída em 1942.
Um fato que causou muita tristeza no bairro foi quando passaram por aqui, os “Pracinhas” que iam para a 2ª. Guerra Mundial e os mais antigos ainda lembram desse fato com uma ponta de tristeza.
O nome Barro Preto, nunca significou nada para o bairro, o que aconteceu foi que: quando um Sr. Chamado Domingos Saruê, construiu sua casa de taipa com um barro muito preto, daí surgiu essa versão de barro preto, mas nunca com o nome do bairro.
A pracinha do bairro foi inaugurada no dia 08.12.1968, dia da consagração da Nossa Senhora da Conceição.
Outro fato que merece ser lembrado é no tocante dos nomes das ruas, inicialmente as ruas do nosso bairro receberam o nome de santos, com o passa dos tempos, essa ruas ganharam novos nomes e os nomes antigos caíram no esquecimento.
Alguns dos nossos moradores são conhecidos fora do nosso bairro, por feitos próprios, como é o caso do Zé do Búzio “o informador de ruas”, o falecido João”contador de mentiras”, Jair Morais, pelo jeito”folclórico de cantador”.

Fonte: Zé do Buzo, Pesquisa dos alunos do Projeto Proinfor.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Conheça o Projeto Casa Brasil




Casa Brasil

Escrito por Emerson Luis
11-Abr-2007

Casa Brasil é um projeto do Governo Federal que tem como principal objetivo reduzir a desigualdade social em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), levando para esses locais um espaço que privilegia a formação e a capacitação em tecnologia aliada à cultura, arte, entretenimento e participação popular, com forte apoio à produção cultural local. Superando os conceitos de inclusão digital vigentes, o Casa Brasil não leva somente computadores e conectividade. O projeto permite que a comunidade se aproprie da sua unidade, transformando-a em um espelho cultural do local em que foi implementada, concedendo também aos cidadãos a liberdade de decidir, via conselho gestor, os rumos das atividades que são oferecidas aos freqüentadores.

O Casa Brasil surgiu como um espaço comunitário, de uso gratuito e acesso irrestrito, para promover a inserção tecnológica, a divulgação da ciência, cultura e arte, gerando a ampliação da cidadania através de grandes fios condutores como: democratização das comunicações, compartilhamento de conhecimento, valorização da mulher, respeito à diversidade e desmistificação das tecnologias. As principais linhas de ação do projeto são: comunicação comunitária, governo eletrônico, educação ambiental, economia solidária, cultura livre/software livre, cultura local, direitos humanos, conhecimento livre, alfabetização e leitura. As unidades do Casa Brasil são caracterizadas por possuírem estrutura modular que contém: telecentro, sala de leitura, auditório, estúdio multimídia e laboratório de divulgação de ciências e informática.

fonte: www.casabrasil.gov.br/

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Globo Amazônia - Veja as últimas notícias e proteste contra queimadas e desmatamento